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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Impressora que "imprimi" pele


Desenho esquemático da Ink Printer.
Fonte: CCRP
Pesquisadores do Instituto de Medicina Regenerativa da Wake Forest University anunciaram recentemente, em um congresso de cirurgiões nos Estados Unidos, o conceito de uma impressora inusitada: a impressora de pele. Inspirada nos modelos de impressoras jato de tinta, a skin printer, como vem sendo chamada, será equipada com cartuchos que contêm células vivas, e não tinta.
A princípio, quem se beneficiará com a invenção são os soldados americanos, que ao serem feridos em campo de batalha poderão ter sua pele reconstituída através de uma impressão de tecido novo na área do machucado. De acordo com os cientistas, ferimentos deste tipo, com mais de 4 centímetros de diâmetro, não se regeneram naturalmente por completo.
E como funciona?
A “impressora” é composta de um plotter controlado por computador e que opera nos três eixos (X, Y e Z), além de um reservatório de células, que equivale ao cabeçote de impressão e ao cartucho da “tinta”.
Assim que a posição do ferimento é passada ao plotter, o cabeçote captura a área lesionada através de uma câmera e converte a imagem para um protocolo especial, que ativa as válvulas de impressão e também contém a coordenada X-Y-Z que será utilizada pelo plotter.
Uma das válvulas ejeta células misturadas com fibrinogênio e colágeno tipo I, enquanto a outra válvula aplica trombina. O fibrinogênio reage com a trombina e gera fibrina, uma proteína responsável pela coagulação e que forma uma espécie de “rede” onde ficam presas as hemácias, leucócitos e plaquetas, evitando assim o vazamento do sangue.
Depois disso, é impressa uma camada de fibroblastos e, posteriormente, uma camada de queratinócitos, células presentes nos tecidos conjuntivo e epitelial, respectivamente.
Testes em cobaias
Os pesquisadores já testaram a impressão em ratos. De acordo com o estudo divulgado pelo instituto, o experimento foi observado em três grupos de cobaias: um com ferimentos tratados com a impressão de pele, outro com colágeno e fibrina e outro mantido sem tratamento. O grupo que recebeu o tecido aplicado pela skin printer apresentou uma recuperação mais rápida.
O arquivo PDF com a apresentação do estudo pode ser encontrado online, em inglês.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Jobs pretende comprar a Sony, será?

Certa vez, ao ser indagado por jornalistas sobre quais as empresas seriam consideradas as mais criativas do setor de tecnologia, o presidente da Apple, Steve Jobs, não titubeou e frustrou a intenção dos repórteres de acirrar ainda mais a rivalidade histórica que existe entre a Maçã e companhias como Microsoft e Google. “A Sony é a única que ainda inova neste mercado”, disse. A admiração do executivo pela marca japonesa, porém, pode ir além da inspiração usada para a confecção de seus produtos. De acordo com rumores que tomaram o mercado nos últimos dias, a empresa norte-americana estaria estudando a possibilidade de comprar a gigante nipônica numa transação que envolveria bilhões de dólares e causaria uma grande movimentação no setor.
Os boatos que tratam sobre a união das duas organizações não chegam a surpreender, já que de tempos em tempos ele surge com maior ou menor intensidade no segmento. No entanto, o burburinho ganhou força depois que a revista especializada no mercado financeiro Barron’s publicou uma reportagem dizendo que a Apple estaria com um documento pronto para fazer uma grande aquisição e o principal alvo seria justamente a Sony. Com isso, as ações da marca criadora do Playstation reagiram positivamente e chegaram a acumular uma alta de 3%, fechando o dia com crescimento de 0,7%.

Detentora da marca da maçã estaria com documento concluído - (Timothy A. Clary/AFP)

Detentora da marca da maçã estaria com documento concluído

O que parecia uma jogada improvável se tornou uma possibilidade ainda mais tangível depois que Jobs apresentou os resultados financeiros da Apple referentes ao terceiro semestre deste ano, que apontaram um faturamento recorde de US$ 20,3 bilhões para o período e um aumento de 70% no lucro, atingindo US$ 4,3 bilhões entre os meses de julho e setembro. Questionado sobre o que a companhia pretendia fazer com os US$ 51 bilhões que possui atualmente em caixa, ele foi sucinto. “Gostaríamos de nos manter preparados, pois acreditamos que existirão uma ou mais oportunidades estratégicas no futuro”, afirmou na ocasião, o que colocou ainda mais lenha na fogueira dos especuladores de plantão.
Sinergias
Embora essa união pudesse parecer totalmente improvável no passado, a verdade é que hoje em dia ela não se apresenta tão fora da realidade assim. Isso porque, no ano fiscal de 2008, a Sony, que tem um valor de mercado que gira em torno de US$ 42 bilhões, teve um prejuízo de US$ 1 bilhão e, por isso, ainda luta para reverter as baixas geradas após a crise econômica, que a fez demitir funcionários e cortar investimentos. Em suma, daria para a turma de Jobs comprar a marca nipônica e ainda preparar uma boa festa de boas-vindas.
Além do mais, a sinergia que existe entre as empresas poderia facilitar as conversações, uma vez que ambas as companhias se destacam na área de desenvolvimento de produtos voltados para o entretenimento. Basta lembrar que, se durante os anos 1980 a Sony conquistou uma enxurrada de fãs com seu Walkman, no início de 2000 a Apple abalou as estruturas da indústria fonográfica ao lançar o iPod e sua loja de vendas de música on-line, a iTunes Store.

Nipônica é a única que ainda inova neste mercado, segundo Jobs - (Kim Kyung-Hoon/Reuters)

Nipônica é a única que ainda inova neste mercado, segundo Jobs

No entanto, analistas se mostraram cautelosos quanto à concretização do negócio. “Se a Apple tentar comprar a Sony, será uma oferta hostil, e isso não vai acontecer no Japão”, disse um economista, que preferiu não ser identificado. “Não acredito que a Sony gostaria de se unir à Apple, considerando que está trabalhando com o Google para concorrer com ela”, acrescentou. Caso a compra não se viabilize, a revista Barron’s ainda apontou outras potenciais empresas que a organização de  Jobs estaria estudando adquirir, entre elas a Adobe, a Eletronic Arts e até a Disney.

Playstation Phone à caminho?

Fonte: Engadget

Após meses de especulação sobre a existência de um Playstation Phone, o Engadget teve acesso exclusivo a um protótipo do aparelho. A aparência final é bastante semelhante ao modelo conceitual que surgiu em agosto, incluindo uma área sensível ao toque no centro do aparelho e controles semelhantes aos do PSP Go. 

Além das imagens, o site teve acesso às especificações finais do dispositivo: processador Qualcomm MSM8655 de 1GHz, 512 MB de memória RAM, 1GB de ROM e uma tela sensível ao toque que possui entre 3,7 a 4,1 polegadas. Como já era esperado, o aparelho roda a partir da versão 3.0 do Android, também conhecida como Gingerbread.

Ao contrário do PSP, o Playstation Phone elimina totalmente os controles analógicos – em seu lugar, entra uma área sensível ao toque com suporte a comandos simultâneos. Em uma decisão que pode desagradar aos donos do videogame portátil da Sony, a mídia de gravação não é o Memory Stick, mas sim cartões microSD.

Galeria de Imagens

As imagens também revelam a existência de uma câmera com flash na parte traseira do aparelho e que os controles não são fabricados pela Sony, mas sim pela joint-venture da empresa com a Ericsson. Segundo o Engadget, o Playstation Phone pode chegar ao mercado ainda em 2010, porém precisa corrigir ainda uma série de bugs presentes na versão atual do protótipo.

Em pronunciamento ao site Eurogamer, a divisão europeia da Sony afirmou que as imagens são falsas. A companhia não se aprofundou no assunto, se limitando a afirmar que não pode discutir rumores e especulações sobre seus lançamentos. A Sony Ericsson se pronunciou de maneira semelhante, afirmando desconhecer qualquer protótipo com tais características.

domingo, 17 de outubro de 2010

Bateria vicia? Mito ou verdade?

Adquiri um smartphone novo e uma das minhas prrocupações ao usá-lo foi com relação a recargas da bateria, já que existe aquela velha história da bateria viciada, pesquisando na net achei esse artigo no site Baixaki, muito interessante, vale uma lida.


Uma das dúvidas mais recorrentes de quem acabou de adquirir um aparelho com baterias recarregáveis está relacionado a formas de prolongar a vida útil do dispositivo. Afinal, ninguém gosta de ver o tempo de carga de seu dispositivo acabando em um ritmo cada vez mais rápido, tornando obrigatório levar um carregador de um lado para o outro.
Infelizmente, quando se trata da manutenção de baterias, o nível de desinformação encontrada é muito grande. Uma simples pesquisa em sites de busca indicam as mais diferentes soluções para prolongar a vida de dispositivos e até mesmo reviver aparelhos dados como mortos.
Mas afinal, será que recarregar constantemente a bateria de meu notebook vai danificar o aparelho? Qual a melhor forma de guardar a bateria reserva de um celular que não será utilizada durante um bom tempo? E é verdade que basta aquecer ou congelar uma bateria para que ela reviva milagrosamente?
São essas e outras perguntas comuns que o Baixaki responde neste artigo. Fique ligado, pois além de desvendarmos os mistérios por traz desses mitos, fornecemos dicas valiosas para manter suas bateria sempre cheias, ao mesmo tempo em que se prolonga a vida útil de aparelhos.

Desvendando o mito

Antes de nos aprofundarmos na forma como baterias funcionam, é preciso responder à pergunta que dá título ao artigo: recarregar constantemente o aparelho não só não o estraga, como é o método recomendado pelos fabricantes. Dessa forma, quem deixa dispositivos conectados muito tempo à uma tomada não precisa se preocupar em perder desempenho ou com possíveis danos causados pelas constantes recargas.
Vale mencionar que até alguns anos atrás a resposta seria totalmente diferente, devido ao chamado efeito memória, muito comum em aparelhos com mais idade. Antigamente, as bateria utilizadas eram feitas de Níquel-Cádmio, uma tecnologia menos eficiente e que costumava apresentar vários problemas em caso de recargas recorrentes.
O efeito memória funciona da seguinte forma: quando um aparelho era recarregado, a bateria se lembrava da carga inicial e a considerava como o ponto zero. Assim, se você recarregasse o aparelho com 80% da carga, eram grandes as chances de que, em pouco tempo, só fosse possível utilizar os 20% restantes da bateria – o que significa muito pouco tempo de uso e a dependência da conexão com uma fonte de energia externa. Dessa forma, a melhor maneira de prolongar a vida dos aparelhos era sempre recarregá-los somente quando não houvesse mais energia.
Com as baterias baseadas em Íon-Lítio (que equipam praticamente a totalidade dos aparelhos portáteis atuais), o efeito memória desapareceu completamente. Isso significa que não importa se a bateria está com 40% ou 70% de vida – a recarga pode ser feita sem nenhum problema ou perda de desempenho. Inclusive o recomendado é deixá-la o mais próximo da carga total sempre que possível.

Como prolongar a vida da uma bateria de Íon-Lítio

Agora que ficou claro que, em se tratando de baterias atuais, recarregá-las constantemente não apresenta nenhum dano, é hora de falar um pouco sobre como funciona a tecnologia Íon-Lítio. Antes de qualquer outra informação, é preciso saber que baterias do tipo ainda não amadureceram totalmente, e cientistas testam constantemente novas combinações de produtos químicos para aumentar sua eficiência e tempo de duração.
Baterias de Íon-Lítio funcionam através de ciclos de recarga (com média que fica entre 300 a 500 recargas, dependendo do tipo de aparelho utilizado). Cada vez que o dispositivo é descarregado totalmente, perde-se um ciclo de vida útil – em teoria uma bateria do tipo só precisa ser substituída após o usuário descarregá-la totalmente 500 vezes. Ou seja, caso se siga o mesmo procedimento necessário nas baterias de Níquel-Cádmio, em pouco tempo seus aparelhos só funcionarão conectados a uma fonte de energia.
Dessa forma, o ideal é que você recarregue constantemente sua bateria, mesmo que ela ainda possua uma boa quantidade de carga. Portanto, não precisa se preocupar em deixar seu celular com 60% de carga conectado ao carregador meia hora antes de sair de casa – inclusive esse é o tipo de procedimento recomendado pela maioria dos fabricantes.
O problema que pode ocorrer devido à recarga constante dos aparelhos está na exibição do nível de carga. Isso é comum, principalmente em celulares e notebooks, que podem indicar um nível maior ou menor de carga do que aquele realmente disponível. Isso pode ser resolvido de maneira fácil, basta descarregar totalmente a bateria do aparelho para recalibrar o medidor dos dispositivos. O recomendado é que esse processo seja feito uma vez a cada três meses, evitando assim maiores problemas.
Em geral, uma bateria de Íon-Lítio conservada em condições ideais dura entre dois  a três anos de uso constante. Isso acontece devido aos processos químicos naturais que acontecem nos dispositivos e que aumentam sua resistência interna devido à oxidação. Eventualmente, a resistência atinge um ponto em que a bateria não é mais capaz de fornecer energia, mesmo que possua carga interna disponível.
Por esse motivo, é comum que baterias durem mais em dispositivos que exigem pouco consumo de energia. Afinal, neles não é preciso que a taxa de transferência de energia seja muito alta, o que possibilita seu uso mesmo quando a resistência interna é muito grande. O aumento da resistência interna é mais comum nas baterias Íon-Lítio que utilizam cobalto em sua composição, caso de smartphones, câmeras fotográficas e computadores portáteis.
Já aquelas baseadas em manganês (utilizadas em ferramentas elétricas, por exemplo) possuem uma carga energética menor, mantendo a resistência interna em níveis estáveis – nesse caso, a perda de vida útil se dá pela decomposição química de elementos internos.

Calor, o grande inimigo das baterias

Agora que você sabe que não é preciso descarregar totalmente um dispositivo antes de recarregar a bateria, deve estar pensando: então não tem problema eu manter um aparelho conectado o tempo toda à tomada e só desconectá-lo na hora de sair de casa, certo? Bom, em teoria sim, mas na prática não é bem o que acontece.
Embora em matéria de ciclos de vida não haja nenhum problema em manter um dispositivo totalmente carregado conectado à tomada, é preciso levar em conta que o fluxo constante de energia tende a aquecer o aparelho. Comprovar isso é uma tarefa muito fácil, especialmente se você possui um notebook – ao comparar a temperatura de um aparelho desconectado a um em processo de carregamento é fácil notar a diferença de temperatura.
Basta lembrar das aulas de química ministradas em qualquer colégio para saber que o calor funciona como um dos mais eficientes catalisadores da natureza. Ou seja, quanto maior a temperatura de uma bateria, maior a velocidade com que ocorrem seus processos químicos naturais - o resultado é um dispositivo que utiliza ciclos de vida em uma velocidade maior do que a normal.
Dessa forma, manter um aparelho conectado constantemente a uma tomada pode significar perder em pouco tempo sua capacidade de recarga, forçando o usuário a investir em uma bateria substituta. Por isso, o recomendado é retirar a bateria sempre que o plano for utilizar o aparelho durante longos períodos conectados a uma fonte de energia – conselho especialmente válido para donos de notebooks. Nessas horas é preciso optar entre o risco de perder dados não salvos em caso de uma queda de energia ou ver a vida útil da bateria diminuir em ritmo acelerado.

Dicas para prolongar a vida útil

Agora que já se tem uma ideia básica de como uma bateria de Íon-Lítio funciona durante o processo de recarga, é possível programar o uso dos aparelhos para obter o máximo de vida útil possível. Note que não há remédio para recuperar baterias desgastadas por processos químicos – em geral, esquentá-las um pouco diminui a resistência interna e permite acessar a energia armazenada, mas basta voltar à temperatura normal para o problema retornar.
Abaixo, seguem algumas dicas simples que ajudam a prolongar o tempo de uso de sua bateria e que evitam ter que substituí-las antes do período programado durante sua produção.

Recarregue constantemente seus aparelhos

A primeira dica tem tudo a ver com o título do artigo: a melhor maneira de manter seus aparelhos saudáveis é recarregá-los constantemente, de preferência muito antes de sequer pensar em acabar a bateria. Além de permitir que você os utilize durante um tempo mais prolongado, o processo evita o desperdício de importantes ciclos de vida.
Porém, lembre-se de que a descarga completa de um dispositivo é necessária para calibrar o medidor de energia de aparelhos. Dessa forma, recomenda-se descarregar totalmente um aparelho a cada três meses, para evitar qualquer tipo de problema nos indicadores. Em geral, esse ritmo é mais do que suficiente para manter a saúde de sua bateria.

Evite o calor a todo custo

Como já foi exposto durante o artigo, temperaturas elevadas são os principais inimigos de sua bateria. Afinal, elas aceleram o processo de desgaste dos dispositivos e podem resultar em acidentes mais graves, como incêndios.
Além de retirar a bateria de um aparelho sempre que ela atingir 100% de carga e uma fonte de energia continuar conectada, evite utilizar o aparelho em espaços pouco ventilados ou deixá-lo armazenado junto a fontes de calor. Assim,  você prolonga o tempo de vida da bateria e evita a ocorrência de problemas mais graves que podem por em jogo um dispositivo valioso.

Guarde baterias em um local adequado

Essa dica é especialmente importante para quem mantém uma bateria extra para momentos de necessidade ou precisa armazenar dispositivos durante muito tempo sem uso. Como o circuito de proteção de uma bateria precisa de um pouco de energia para operar corretamente, nunca se deve deixá-la guardada sem carga alguma.
Algumas baterias de Íon-Lítio falham ao ficar muito tempo com a carga mínima, que no geral gira entre 2,5 Volts por célula. Caso esse limite mínimo seja ultrapassado, o circuito de segurança interno deixa de funcionar corretamente e indica que a bateria está morta, situação na qual os carregadores comuns de nada servem. Alguns fabricantes dispõem de alternativas que recuperam dispositivos nesse estado, mas em geral é perigoso tentar fazer o processo sozinho por questões de segurança.
O ideal é que, ao guardar uma bateria, ela esteja com cerca de 40% de sua carga total disponível. Após um determinado período de tempo, é comum que ela perca um pouco dessa capacidade devido ao circuito de proteção – por isso, quando for utilizá-la novamente, o recomendado é deixá-la carregar totalmente antes de utilizar o dispositivo desejado.
Também procure deixá-la em um ambiente arejado, evitando assim qualquer problema de superaquecimento. Afinal, mesmo durante os momentos de repouso de um aparelho os processos químicos de uma bateria continuam agindo de maneira constante – quanto mais amena a temperatura, menor o ritmo com que eles ocorrem e, consequentemente, maior a vida útil total do dispositivo.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Câmera com celulr da Panasonic

Lumix Phone combina celular e câmera de forma  diferenciada

Fonte da Imagem: Panasonic

Não se deixe enganar pela promessa de câmeras profissionais em aparelhos celulares: por mais que a resolução seja alta, a qualidade de imagem nunca fica exatamente aquilo que queremos. Porém, isso deve mudar com o lançamento da Panasonic para o ano de 2010.

A Lumix Phone, diferente de ser um celular com câmera, na verdade é uma câmera com celular. Isso quer dizer que o produto preza por imagens de alta qualidade, seguindo a linha Lumix de máquinas fotográficas digitais, já conhecidas no mercado.

A grande sacada, no entanto, é a combinação de uma câmera de alta resolução (e bota alta nisso, são 13,2 megapixels) com um celular que esteja em dia com as tendências atuais, sem que isso prejudique o design do produto.

Imagem tirada com Lumix Phone, em comparação

Fonte da Imagem: Panasonic

Grande, mas nem tanto

Além de tirar fotos de alta qualidade e contar com distância focal da lente de 27mm e com abertura focal f2,8/f4,6, a Lumix Phone ainda possui uma tela LCD multitoque de 3,3 polegadas, algo que impõe respeito na hora de visualizar as imagens.

O aparelho fechado é muito semelhante às câmeras da marca, apesar de ser um pouco mais comprido (11,6 cm) e espesso (1,7 cm) do que suas “primas”. Ao deslizar o aparelho para o lado, no entanto, você se depara com o teclado numérico T9, para realizar ligações, mandar mensagens e quaisquer outras tarefas que você realiza com seu celular diariamente.

Câmera aberta, como celular

Fonte da Imagem: Panasonic

Os botões de menu, ligação e outros que aparecem na lateral, quando a câmera está fechada, agora ficam logo abaixo da enorme tela, prontos para mandar qualquer fotografia por Bluetooth ou Wi-Fi. Os recursos de conexão prometem deixar o envio de imagens mais simples, porém não foram criados para a navegação pela internet.

Para armazenar as fotografias de alta resolução, a Lumix Phone possui entrada para cartões MicroSD e suporte para flash incorporado, para completar o pacote. Entretanto, esta ainda é uma versão preliminar do aparelho, que ainda pode ter suas configurações modificadas até chegar às lojas de todo mundo.

Galeria de Imagens

 

 

 

 

 

 

Por enquanto, espera-se que a câmera/celular chegue apenas ao mercado japonês. Não é à toa que o site oficial do lançamento está apenas no idioma dos colegas de olhinhos puxados, e não em inglês.

domingo, 12 de setembro de 2010

Sony e o Google TV

Sony mostra protótipo do Google TV na IFA
Protótipo do Sony Internet TV na IFA: buscas enquanto você assiste a programação



domingo, 5 de setembro de 2010

Sony impede destravamento de PS3

Sony impede judicialmente a venda do dispositivo que destrava o PS3 na Austrália

Após um período de proibição temporária, a Sony conseguiu, junto à corte federal australiana, mover um processo que bane permanentemente a venda e a importação do PSJailbreak, combinação de um dispositivo USB e software que permite guardar dados de jogos em memórias externas como discos rígidos e pendrives.

Com essa medida, as lojas australianas devem remover o produto de seus catálogos - o que já foi feito pela OzModChips, ModSupplier e Quantronics -, pagar uma indenização à Sony e repassar os lucros obtidos com a venda do dispositivo para a empresa.

Vale lembrar que tal manobra proíbe apenas a comercialização do PSJailbreak na Austrália. Outros produtos que têm a mesma funcionalidade, como o PSGroove, não possuem nenhum tipo de restrição.

Paralelo a isso, a divisão americana da fabricante do PlayStation 3 abriu um processo contra a Zoomba LDC, responsável pela distribuição do PSJailbreak nos Estados Unidos, em que constam acusações como violação de direitos e de marca registrada.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Google testa resultado instantaneo!!!

Este video é real e apenas algumas pessoas foram contempladas e tiveram a oportunidade de testar

 

domingo, 22 de agosto de 2010

PS3 desbloqueado (de novo?)

Em maio foi noticiado na rede, um possível modo de desbloqueio do PS3 da Sony, mas logo em seguida o assunto morreu.
Agora novamente o assunto volta a rede e a coisa é séria, já tem preço e tudo.
Ao contrário dos outros desbloqueios, este funciona através de entrada USB, e seu nome é bem sujestivo, "PS Jailbreaker". No momento ele está sendo vendido por 169 dólares, e por motivo óbvios, não irei colocar o link que os leve a ele aqui no Blog. (Quem quiser, dá uma caçada no Google).
Já especialistas, estão a dizer que isso não irá durar muito tempo, e que em breve a Sony lançará uma atualização para bloquear está façanha.

Mas quanto tempo demorará para os hackers fazerem o mesmo e quebrar novamente está trava?

domingo, 1 de agosto de 2010

Telefônica agora também será chamada de Vivo

Após a compra do controle da Vivo, a Telefônica deverá usar comercialmente a marca da operadora móvel no Brasil, tanto na telefonia fixa quanto na móvel. Para os consumidores, o nome Telefônica deixará de existir, informa reportagem de Julio Wiziack publicada na edição deste sábado da Folha (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL). Neste cenário, a marca Telefônica continuará existindo para fins institucionais e administrativos, como ocorre desde o ano passado nos países onde a operadora decidiu usar a marca Movistar. A notícia de que a matriz planeja usar Vivo como marca comercial em vez de Telefônica foi dada ontem pelo vice-presidente para América Latina da Telefônica, José María Pallete, que esteve em uma reunião fechada com executivos na sede da Vivo, em São Paulo.

Fonte: Folha online

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Homem que pode ter vindo do futuro

Essa história é um pouco antiga, mas bastante intrigante.

Em 2005, o FBI prendeu um homem por ter “trapaceado” na bolsa de valores. Até aí tudo bem.

No interrogatório, ele disse que se chamava Andrew Carlssin e tinha 44 anos. O curioso é que lhe perguntaram como havia conseguido, com apenas 800 dólares, ganhar 350 milhões em poucos dias, investindo em ações de alto risco e sempre conseguindo lucrar o máximo possível, sem perder um centavo, ele respondeu calmamente: “Eu viajei no tempo, vim do ano 2256, por isso acertei tudo.”

Alguém pode estar pensando que ele acertou tudo na sorte, mas segundo a polícia americana isso é impossível, a não ser que ele tivesse conseguido informações privilegiadas do mercado, mas mesmo assim ainda seria algo bastante complicado.

timetraveler5

Outra coisa interessante é que o homem, depois de dias de interrogatório, continuou contando a mesma versão da história, inclusive revelando alguns fatos futuros, como a cura da AIDS, esconderijo de Bin Landen e outras “adivinhações”.

Contudo, o que torna a história realmente intrigante é que não existe nenhum registro dele nos arquivos, nem uma “digitalzinha” se quer. Ele oficialmente não existe em nosso tempo.

Claro que isso não prova nada, porém essa história é estranha, muito estranha. Tanto que o FBI “abafou” o caso.

Hoje em dia ninguém fala o que aconteceu com o “viajante do tempo” e com a suposta “máquina do tempo”, que ele dizia possuir. O FBI, quando perguntado, nega-se a responder. Se ele voltou para o futuro ou está em um hospício, ninguém sabe.

Você acha que no futuro o homem vai conseguir viajar no tempo?

 

Para quem acha um absurdo total viajar no tempo, recomendo que olhe esse documentário do Discovery Channel, que mostra como, em um futuro próximo, nós poderemos “brincar” com o tempo. Ele é meio grandinho, mas para quem gosta desses assuntos é muito interessante.

Parte 1
Veja no Youtube.

Parte 2

Veja no Youtube.

Parte 3

Veja no Youtube.

Parte 4

Veja no Youtube.

Parte 5

Veja no Youtube.

Prte 6

Veja no Youtube.

quarta-feira, 24 de março de 2010

O Windows de primeira viagem

Muitos dizem que sou louco ao dizer que o linux(especialmente o Ubuntu) é um sistema operacional de fácil operação, e ainda dizem que fácil mesmo, é o famoso Windows.
Para explicar isso, eu digo, tudo que é novo, diferente e desconhecido, é um pouco assustador e pode mesmo ter uma certa dificuldade no começo, e falo isso por experiência própria, mas com a prática nós vamos nos adaptando ao desconhecido.
De todas as pessoas que conheço, não existe uma que tenha começado a mexer no PC usando a plataforma Windows (inclusive eu), e é exatamente por isso que muitos acham o linux um bicho de sete cabeças.

Para provar que essa minha teoria é verdadeira, encontrei essa reportagem feita pelo programa "Olhar digital" da RedeTV, e que fala exatamente sobre esse assunto, só que de uma forma inversa. Dessa vez são usuários linux, usando pela primeira vez o Windows.

Matéria bem interessante e que vale a pena assistir.

http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=9634&/%93FILHOS+DO+LINUX%94+SERA+QUE+ELES+SE+DAO+BEM+COM+O+WINDOWS

Globo transmitirá copa em 3D


Globo já se prepara para a Copa do Mundo na África. Mais de 120 profissionais viajarão para o país e cerca de 30 profissionais estrangeiros foram contratados lá. Além disso, três unidades móveis estão disponíveis para acompanhar a seleção brasileira e as outras que disputarão os títulos.

Mas a novidade não é essa! A emissora quer inovar e transmitir de 10 a 12 partidas em 3D em salas de cinema e arenas montadas especialmente para isso. A negociação está em andamento, pois envolve uma tecnologia muito nova.

De acordo com Fernando Bittencourt, diretor da Central Globo de Engenharia, São Paulo, Rio de Janeiro e algumas outras capitais poderão conferir essa novidade. A Copa do Mundo tem início dia 11 de junho.

Fonte: http://www.R7.com

terça-feira, 23 de março de 2010

Pacote Live Essentials 4 foi liberado na net em seu estado de teste

Para aqueles que já estavam ansiosos pelo novo windows live essentials 4, a espera pode estar chegando ao fim, pois hoje foi liberado uma versão instável do pacote que inclui os servições live mail, live writer, live movie maker, e o mais famoso, o live messenger. Ao meu ver, o software tem tudo para ser um grande sucesso entre os que usam esse serviço e sempre sonharam e integrar suas outras contas de redes sociais nele, pois agora nós podemos.
Por enquanto, ainda não temos muito, temos apenas uma pitada do que ainda pode estar por vir, mas enquanto isso,que tal baixar a versão beta do "Windows live essentials wave 4"?

http://www.superdownloads.com.br/download/158/windows-live-essentials-4/

E para aqueles que querem esperar a versão estável, segue abaixo algumas imagens do novo pacote.

Windows live mail


Windows live messenger


Windows live movie maker


Windows live galeria de fotos


Windows live writer

domingo, 21 de março de 2010

Europeus criam "Capa de invisibilidade"

Investigadores europeus deram mais um passo para a criação de um material de camuflagem capaz de tornar outros materiais invisíveis. Foi desenvolvida, pela primeira vez, uma estrutura microscópica tridimensional que permite fazer um objecto desaparecer e que foi apelidada de “capa da invisibilidade”.

Este estudo, publicado na
Science Express, implica um avanço no campo da óptica de transformação, uma vez que utiliza uma nova classe de materiais conhecidos como “metamateriais”, capazes de conduzir e controlar a luz de novas formas.

Os metamateriais são materiais compostos que não existem em estado natural e que, ao serem capazes de deslocar a luz visível, fazem-na deslizar sobre um objecto da mesma forma que a água desliza sobre as rochas no fundo de um rio, tornando-as “invisíveis”.

Anteriormente já tinha sido desenvolvida uma “capa da invisibilidade”. Contudo era uma estrutura bidimensional e cilíndrica, sendo que se tinha de colocar no seu interior o objecto a tornar invisível.

O manto da invisibilidade usado por Harry Potter poderá tornar-se em realidade

A capa da invisibilidade usada por Harry Potter poderá tornar-se em realidade

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/

 

 

Já nesta nova investigação, o objecto foi posicionado sob uma estrutura microscópica semelhante a um tapete reflector, tendo ficado invisível, tal como o tapete. “Independentemente do ângulo por onde se olhe, não se vê nada", explicou Nicholas Stenger, do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe, na Alemanha, acrescentando que com as estruturas bidimensionais a camuflagem funciona apenas em planos, quando o ângulo de visão é igual a zero.

De acordo com este investigador, a estrutura mede 100 micrómetros de comprimento (um micrómetro corresponde a um milésimo de milímetro), 30 micrómetros de largura e 13 de espessura. O objecto escondido era dez vezes menor do que este manto da invisibilidade, que é constituído por cristais fotónicos - nanoestruturas dispostas de forma a modificar a propagação da luz.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Esse já é um enorme passo que a ciência está dando, e isso nos dá a certeza de que em breve tudo que vimos nos filmes de ficção científica pode deixar de ser ficção. Imaginem podermos esconder nossas coisas de uma forma mais segura??? Só não pode esquecer o lugar onde o objeto foi escondido.Mostrando a língua